Uma vontade de fugir e viver em um mundo novo onde não há mais aquelas preocupações, aquelas raivas, aqueles receios. Mas, se eu fizer isso, estarei deixando também coisas boas que ficarão sumidas para sempre. Coisas que sei que me fazem esquecer aquelas ruins em segundos. Sendo assim, como agir? Como lidar? Coisas complicadas só fazem complicar mais ainda o que já é preocupante. Esperar? Deixar? Não ligar? Até hoje espero pra aprender essas coisas. Deixar levar e não importar, sabendo que as coisas boas virão. Mas é complicado, como tudo nessa vida.

Uma vontade de fugir e viver em um mundo novo onde não há mais aquelas preocupações, aquelas raivas, aqueles receios. Mas, se eu fizer isso, estarei deixando também coisas boas que ficarão sumidas para sempre. Coisas que sei que me fazem esquecer aquelas ruins em segundos. Sendo assim, como agir? Como lidar? Coisas complicadas só fazem complicar mais ainda o que já é preocupante. Esperar? Deixar? Não ligar? Até hoje espero pra aprender essas coisas. Deixar levar e não importar, sabendo que as coisas boas virão. Mas é complicado, como tudo nessa vida.

Às vezes penso que sou louco. Quero coisas e não quero coisas. Quero paz e liberdade, quando elas, contudo já existem. Então o que quero? Penso no momento do querer e vejo que realmente quero. Mas quando o outro lado mostra algo parecido, já desespero e penso que não, realmente não quero. É confuso, eu sei. A vida é cheio dessas coisas, e no fim não sei de nada.

São em horas obscuras e solitárias que vêm o melhor dos sentimentos em sua constante ascensão. Não por conta da saudade, que por acaso é um sentimento que vêm em conjunto, mas por conta das lembranças. Aquele beijo, aquele abraço, até aquele sorriso que só é visto quando te vê. O toque e o carinho apenas mentalmente. E até o cheiro vêm junto do sentimento na madrugada. Nessas horas obscuras e solitárias que tanto convivo. E que tanto me lembra o quanto amo. Que então percebo: sim, é o mais importante.

São em horas obscuras e solitárias que vêm o melhor dos sentimentos em sua constante ascensão. Não por conta da saudade, que por acaso é um sentimento que vêm em conjunto, mas por conta das lembranças. Aquele beijo, aquele abraço, até aquele sorriso que só é visto quando te vê. O toque e o carinho apenas mentalmente. E até o cheiro vêm junto do sentimento na madrugada. Nessas horas obscuras e solitárias que tanto convivo. E que tanto me lembra o quanto amo. Que então percebo: sim, é o mais importante.

Receios e incômodo

Acontecimentos vêm e vão e me lembro de coisas do passado que voltam assim de repente. Fico incomodado, sim, com essas coisas, porque penso que elas podem voltar de outros jeitos e até outros sentidos. Mas deixo, e guardo e anoto para que depois quando comigo, não ocorra da mesma forma. Embora eu ache que ainda assim vá ocorrer. Tenho em mim essa idéia de que se não to por perto coisas ruins podem acontecer, por isso vem esse egoísmo, esse medo e a insegurança. E isso pode acontecer com os outros, é claro. Contudo, assim que quando é comigo e sei que nada vai acontecer, eu confio de que os outros pensam o mesmo quando é com elas. Me ponho no lugar. E me baseio por isso, inclusive. Embora ainda receie e incomode. Então deixo, e guardo e anoto.

Hoje estou feliz porque sonhei com você.
E amanhã posso chorar por não poder te ver.
Mas o seu sorriso vale mais que um diamante.
Se você vier comigo aí nós vamos adiante.
Com a cabeça erguida,e mantendo a fé em Deus,
o seu dia mais feliz vai ser o mesmo que o meu…

Source: Charlie Brown Jr. (via tequila-absolut)

(Source: nadadeperfeita)

Percebo em minhas viagens por amores, que ninguém tem paciência comigo. Parece-me que todos odeiam meu carinho exagerado, meu amor exagerado. Irritam-se com quase tudo. E pra mim, sobram as lágrimas.

E em quase todas, sou eu quem luto. Sou eu quem corre. Sou eu quem sofro.

E aí, quando eu mudar, e ser como todos foram comigo, irão de reclamar.

Mas o que eu espero, é aprender com isso lidar, nem ligar, ou me importar, quando tudo mudar.

As pessoas devem receber o que merecem. Se ficam com medo, é porque sabem o que merecem.

E de uma só vez, parece que fico sem palavras. Como se tudo já tivesse sido dito e mesmo assim, se repetindo. E como em todas as vezes, espero que enfim tenha aprendido.

Como proceder.

Se há carinho demais, reclama-se.

Se há carência demais, reclama-se.

Se há saudades demais, reclama-se.

Então, se há amor demais, reclama-se?

Pergunto se haverá reclamação, quando por fim, não houver carinho, carência, saudades e muito menos amor. Quando nada for demais. Quando tudo for tão “amenizado” que não haverá emoção. Por mais que ainda exista amor. A quem quero enganar? Claro que haverá reclamação.

O mundo parece feito disso. Reclama-se de tudo. Se é demais, reclama-se. Se falta, reclama-se. E com o fim, arrepende-se.

Talvez

o erro seja amar demais.

Não sou daqueles que espera. Que fica na sua até a outra vir em seu encalço. Sou daqueles que corre atrás. Luta. Tenta sempre concertar. E isso é ruim, porque são esses que se dão mal. Que se importam. Que amam. Que sofrem e choram. É por isso que no fim, é quem fica mal. No fim, é quem fica só. No fim, é quem luta e se entristece por não ter sido de nada.

O ruim, é pensar que fariam o mesmo. Mas é engano, sempre é você que mesmo certo vai lá e pede desculpas para ajeitar. Mesmo sabendo que tá certo, é você quem tentar mostrar o errado. E por fim, é o besta que ama.

E talvez, o erro seja amar demais.

E mesmo vendo o que foi feito, e cancelando depois disso, não ganho um passe, mas sim um tiro de míssel.

E por mais que um sorriso de outrora aparecesse e a emoção transparecesse, não importa, foi feio e o que é pedido vem com receio. Por mais que haja excitação, o que recebe é um grande não. E então não há chance pra perdão, muito menos um simples “oi” e nem comunicação. O que pensa é que não houve pensamento, projeção e nem consideração. Mas não sabe que sempre, desde o ínicio, há o que já é do coração. Mas se não acredita, o que há pra se fazer, se não cair e sentir a dor que insiste em me ter como vida.

Chega aquele momento em que tudo parece triste. A felicidade se mascara de um jeito que não se mostra nem estando de fato lá onde está. A vontade de ter por completo anuncia a chegada daquele momento. Momento em que cabeça e corpo não andam juntos. O corpo necessita. A cabeça até tenta ir junto, falar, pedir, querer, mas no fundo acha que não é o bastante. E então que chega a carência.
Aquele momento em que você corre atrás, em que você quer mais. Ou é o que fica claro. Aquele momento em que o medo torna por completo toda a visão. Qualquer movimento vira movimento inadequado a essa visão conturbada. E você pensa que vai perder tudo, por que era dessa forma que acontecia.
Era dessa forma que acontecia.
E o que você espera são apenas mimos. Mimos que você pensa não vêm, por que já está claro que um romance não existe. Foi dito. Falado. Ainda assim, o que existe consiste. Cada carinho, cada frase falada faz os olhos brilharem. Então, só resta esperar; até normalizar, inverter, esfriar, e tudo isso ficar “pra lá”.

Chega aquele momento em que tudo parece triste. A felicidade se mascara de um jeito que não se mostra nem estando de fato lá onde está. A vontade de ter por completo anuncia a chegada daquele momento. Momento em que cabeça e corpo não andam juntos. O corpo necessita. A cabeça até tenta ir junto, falar, pedir, querer, mas no fundo acha que não é o bastante. E então que chega a carência.

Aquele momento em que você corre atrás, em que você quer mais. Ou é o que fica claro. Aquele momento em que o medo torna por completo toda a visão. Qualquer movimento vira movimento inadequado a essa visão conturbada. E você pensa que vai perder tudo, por que era dessa forma que acontecia.

Era dessa forma que acontecia.

E o que você espera são apenas mimos. Mimos que você pensa não vêm, por que já está claro que um romance não existe. Foi dito. Falado. Ainda assim, o que existe consiste. Cada carinho, cada frase falada faz os olhos brilharem. Então, só resta esperar; até normalizar, inverter, esfriar, e tudo isso ficar “pra lá”.

Importância totalmente relativa.

Vemos isso quando ninguém mais vê importância em coisas que para você são incríveis. Você se esforça para consegui-las e descobre que, para os outros, isso se torna uma besteira sem a mínima importância. Na verdade sempre foi. Não há qualquer emoção que não seja para você.

Mas, no seu íntimo, você quer alguém que goste como você. Pelo menos, alguém que o acompanhe nessa jornada. Ou alguém que pelo menos esteja do seu lado.

Mas na hora, você vê que não há ninguém. Nem mesmo quem jura está do seu lado pra tudo, é o primeiro a dizer que não quer te acompanhar. Como se, claro, fosse uma besteira tremenda que não há necessidade.

Então você corre, pra encontrar, pra não estar nessa sozinho. E então confirma novamente, ninguém mais vê isso com importância além de você. E então, só há descaso.

Ou você desfruta sozinho, ou não desfruta.

E o que resta, no pior dos casos, é que se os sintomas persistirem, um método deverá ser consultado.

E infelizmente, é o método há muito evitado.

[…] E por mais que eu sofra e por mais que a dor se torne cada vez mais permanente, ainda assim, não vou desistir de ter meu próprio conto de fadas.

Source: livrosroubados (via livrosroubados)